18/05/08

...ah! o destino!



Eu não cresci à sombra de uma amoreira. E nunca brinquei com
bichos da seda.
No entanto, talvez eu não seja outra coisa senão um bicho da seda.
Condenado — como ele — a nunca me tornar numa crisálida.


Jorge Sousa Braga

1 comentário:

Oscar Luiz disse...

Deveras, há os destinos terríveis, testemunho isto na prática da medicina. Todavia, há outros que apenas não sabemos como tirar um melhor proveito daquilo que temos e ignoramos. Assim, cabe a nós cumprir da melhor forma possível os nossos, seja como borboleta ou bicho da seda.

passearam no meu país...

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